
Se me perguntarem do que o mundo precisa para equilibrar a demanda e a oferta de energia, eu diria: Precisamos de energias renováveis ou, das energias desperdiçadas. “Eu investiria meu dinheiro no Sol e na energia solar. Que fonte de poder! Espero que não tenhamos de esperar até que o petróleo e o carvão acabem para manejá-la.” Disse o Thomas Edison (1847-1931). Todos os ecossistemas são interligados em espécies de elos, que se perpetua em ciclos, gerando equilíbrio em todo o sistema da vida. A Terra é um sistema fechado com uma entropia (grau de desordem de um sistema) que cresce a cada dia. Se toda a energia utilizada for de reservas não-renováveis (petróleo, carvão, gás natural e energia nuclear), que são medidas paliativas, um dia toda matéria utilizada para conversão em energia vai acabar. Os combustíveis fósseis demoraram milhões de anos para se formar e estão sendo exauridos, portanto, o homem precisa investir em tecnologias para aplicação em energia renovável, correndo o risco de se não o fizer, provocar o “Armagedon”.
O homem se diferenciou dos outros animais na medida em que foi manipulando as leis da natureza em proveito próprio, e isso se deu, por exemplo, ao observar os raios, foi capaz de reproduzir o fogo, também ao adquirir habilidade para fabricar instrumentos a partir da manipulação da pedra e dos metais e com o passar dos séculos novos conhecimentos foram agregados aos já existentes e repassados para as gerações futuras. Houve um tempo que as manifestações naturais eram encaradas com misticismo. Na busca equivocada por explicações, o homem usou a religião para saciar a necessidade de respostas então, diante das intempéries da natureza o castigo dos deuses era a resposta que naquele instante era acessível, essa e outras explicações foram caindo por terra na medida em que o homem foi desvendado às fórmulas químicas e físicas consideradas outrora, “mágicas”.
O processo de aprendizagem resultante da experimentação reiterada permitiu que avanços tecnológicos fossem galgados, trazendo respostas à insaciável curiosidade humana com explicações de como a vida funciona. O homem também, se utiliza da tecnologia para atender outras características inerentes na própria raça, são aquelas que mais nos diferenciam dos animais irracionais, a necessidade incessante por conforto, comodidade, design, artes plásticas e da mais voraz de todos que é o sentimento de preservação da sua descendência.
Existe uma teoria, discutida no meio médico que o organismo humano não acompanhou a evolução tecnológica das últimas décadas, o que ocasionou distúrbios diversos como os comportamentais, psicológicos e fisiológicos. Dentre as doenças “modernas” podemos citar a obesidade, L.E.R., ansiedade, depressão etc. A ganância, essa necessidade de adquirir bens cada vez em quantidades maiores, demonstra ser mais um desajuste do fisiológico e psicológico que foi incorporada como padrão de comportamento aceitável pelas sociedades. A partir do instinto de preservar seus descendentes, alguns indivíduos ambicionam adquirir mais e mais, como em um jogo, é claramente percebido, exibem, uns para os outros, os bens adquiridos, numa competição de demonstração de força através da conquista da riqueza pessoal. Com intuito de organizar a sociedade o homem criou regras sociais, leis, sistemas de governo, religiões e outros, que quando viciados, se tornam instrumentos de manipulação das verdades naturais, ocasionando quase sempre no extermínio das reservas minerais, vegetais, animais.
No início, no intuito de preservação da espécie, os hábitos humanos não interferiam no equilíbrio da natureza, essa característica sofreu sensível alteração com o passar dos tempos. Através do domínio de novas tecnologias, de formas eficientes de manipulação da natureza e tendo como aliado as regras de traquejos sociais, o homem teve o sentimento de preservação exacerbado e o que seria benéfico para a perpetuação da sua descendência se tornou um sentimento doentio com crescente necessidade de acúmulos de riquezas tendo como desculpa a manutenção futura do mesmo e dos seus descendentes, evoluindo para o que chamamos de ganância, ambição desmedida, e ânsia de poder, fazendo com que aqueles da espécie humana, que conseguissem reunir os atributos capazes de exercer o domínio sobre os demais, fossem acometidos de sentimentos onde, os mais fortes subjugam os mais fracos e criam leis e regras que alimentam e preservam essa situação. Se auto intitula dono do planeta e retira dali tudo o que acredita contribuir para aumentar o patrimônio dos seus, com a desculpa de levar desenvolvimento econômico, polui os rios, extingue animais e plantas, revolve montanhas, degrada a natureza, transforma as paisagens, assola e compromete toda a descendência humana da terra, nesse jogo instintivo de demonstração de poder e força o homem põe em risco a sobrevivência do próprio homem na terra.
Há de se pensar na natureza perfeita e criada em milhões de anos de evolução. O homem é o predador universal do planeta terra, está no topo da cadeia alimentar, nada pode ameaçá-lo neste sentido, é frustrante perceber tanta irracionalidade no ser humano e o quanto isso desfavorece as formas naturais de nosso planeta. Para sobreviver, precisamos da biodiversidade, somos os que mais necessitam da terra como ela é, e somos também os que degradam os meios que nos fornecem a vida, poluímos a água, a terra e o ar, que são os combustíveis da vida e em agradecimento à mãe natureza, a pretexto de desenvolvimento tecnológico e crescimento econômico extinguimos os ecossistemas terrestres.
O homem se diferenciou dos outros animais na medida em que foi manipulando as leis da natureza em proveito próprio, e isso se deu, por exemplo, ao observar os raios, foi capaz de reproduzir o fogo, também ao adquirir habilidade para fabricar instrumentos a partir da manipulação da pedra e dos metais e com o passar dos séculos novos conhecimentos foram agregados aos já existentes e repassados para as gerações futuras. Houve um tempo que as manifestações naturais eram encaradas com misticismo. Na busca equivocada por explicações, o homem usou a religião para saciar a necessidade de respostas então, diante das intempéries da natureza o castigo dos deuses era a resposta que naquele instante era acessível, essa e outras explicações foram caindo por terra na medida em que o homem foi desvendado às fórmulas químicas e físicas consideradas outrora, “mágicas”.
O processo de aprendizagem resultante da experimentação reiterada permitiu que avanços tecnológicos fossem galgados, trazendo respostas à insaciável curiosidade humana com explicações de como a vida funciona. O homem também, se utiliza da tecnologia para atender outras características inerentes na própria raça, são aquelas que mais nos diferenciam dos animais irracionais, a necessidade incessante por conforto, comodidade, design, artes plásticas e da mais voraz de todos que é o sentimento de preservação da sua descendência.
Existe uma teoria, discutida no meio médico que o organismo humano não acompanhou a evolução tecnológica das últimas décadas, o que ocasionou distúrbios diversos como os comportamentais, psicológicos e fisiológicos. Dentre as doenças “modernas” podemos citar a obesidade, L.E.R., ansiedade, depressão etc. A ganância, essa necessidade de adquirir bens cada vez em quantidades maiores, demonstra ser mais um desajuste do fisiológico e psicológico que foi incorporada como padrão de comportamento aceitável pelas sociedades. A partir do instinto de preservar seus descendentes, alguns indivíduos ambicionam adquirir mais e mais, como em um jogo, é claramente percebido, exibem, uns para os outros, os bens adquiridos, numa competição de demonstração de força através da conquista da riqueza pessoal. Com intuito de organizar a sociedade o homem criou regras sociais, leis, sistemas de governo, religiões e outros, que quando viciados, se tornam instrumentos de manipulação das verdades naturais, ocasionando quase sempre no extermínio das reservas minerais, vegetais, animais.
No início, no intuito de preservação da espécie, os hábitos humanos não interferiam no equilíbrio da natureza, essa característica sofreu sensível alteração com o passar dos tempos. Através do domínio de novas tecnologias, de formas eficientes de manipulação da natureza e tendo como aliado as regras de traquejos sociais, o homem teve o sentimento de preservação exacerbado e o que seria benéfico para a perpetuação da sua descendência se tornou um sentimento doentio com crescente necessidade de acúmulos de riquezas tendo como desculpa a manutenção futura do mesmo e dos seus descendentes, evoluindo para o que chamamos de ganância, ambição desmedida, e ânsia de poder, fazendo com que aqueles da espécie humana, que conseguissem reunir os atributos capazes de exercer o domínio sobre os demais, fossem acometidos de sentimentos onde, os mais fortes subjugam os mais fracos e criam leis e regras que alimentam e preservam essa situação. Se auto intitula dono do planeta e retira dali tudo o que acredita contribuir para aumentar o patrimônio dos seus, com a desculpa de levar desenvolvimento econômico, polui os rios, extingue animais e plantas, revolve montanhas, degrada a natureza, transforma as paisagens, assola e compromete toda a descendência humana da terra, nesse jogo instintivo de demonstração de poder e força o homem põe em risco a sobrevivência do próprio homem na terra.
Há de se pensar na natureza perfeita e criada em milhões de anos de evolução. O homem é o predador universal do planeta terra, está no topo da cadeia alimentar, nada pode ameaçá-lo neste sentido, é frustrante perceber tanta irracionalidade no ser humano e o quanto isso desfavorece as formas naturais de nosso planeta. Para sobreviver, precisamos da biodiversidade, somos os que mais necessitam da terra como ela é, e somos também os que degradam os meios que nos fornecem a vida, poluímos a água, a terra e o ar, que são os combustíveis da vida e em agradecimento à mãe natureza, a pretexto de desenvolvimento tecnológico e crescimento econômico extinguimos os ecossistemas terrestres.
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