segunda-feira, 9 de março de 2009
IBGE: expectativa de vida aumenta e mortalidade infantil cai
Em 1991, a expectativa de vida de um brasileiro era de 67 anos. Em 2007, o número aumentou para 72,57 anos. A mortalidade infantil diminuiu em 46% em todo o país no período. Todos os estados nordestinos tiveram um declínio considerável, principalmente Alagoas, com 58, 23%.
Segundo a pesquisa, entre 20 e 24 anos marca a grande diferença entre a expectativa de vida de homens e mulheres. Os mais expressivos diferenciais por sexo são encontrados nas Regiões Sudeste e Centro-Oeste, certamente fruto da combinação de efeitos como a maior longevidade feminina e as mortes por causas externas, como a violência entre a população masculina jovem.
Caso não houvesse esse aumento na quantidade de mortes entre homens jovens, a esperança de vida ao nascer de um brasileiro poderia ser de dois ou três anos a mais.
Em 2000, havia mais de um milhão de mulheres em comparação à população masculina nessa faixa etária. A quantidade de homens e mulheres, de acordo com a pesquisa, deve se equilibrar a partir de 2040, quando haverá uma diminuição da população jovem.
A pesquisa mostra também que os homens das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste vivem mais do que os das Regiões Norte e Nordeste. Em alguns estados, essa diferença pode ser de quase 10 anos.
Em 2007, um homem em Santa Catarina, por exemplo, tinha a expectativa de vida de 72, 09 anos, enquanto no Maranhão a esperança de vida era de 62,86 anos.
Mesmo assim, entre 1991 e 2007, a expectativa de vida dos homens destas regiões cresceu, principalmente no Nordeste com 6,61%, o maior aumento do Brasil. (Fonte: Agência Brasil)
sexta-feira, 6 de março de 2009
Alerta para surto de dengue no ES
Os estados da Bahia e do Acre, a região que engloba as cidades de Vitória e Vila Velha, no Espírito Santo, e a capital mineira, Belo Horizonte, integram a lista de localidades que podem registrar surtos de dengue em 2009.
A informações foi divulgada hoje (5) pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que avaliou a situação nas quatro áreas como “crítica”.
No Acre, os registros de dengue passaram de 261 casos, entre 1º de janeiro e 13 de feveriro de 2008, para 5,56 mil no mesmo período deste ano; na Bahia, de 2,9 mil para 9 mil; em Minas Gerais, de 3,5 mil para 6,2 mil; e no Espírito Santo, de 1,1 mil para 5,9 mil.
Em entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, Temporão disse que o aumento se deve, entre outros fatores, à mudança de gestores ocasionada pelas eleições municipais realizadas em outubro do ano passado. Segundo ele, mais de 40% dos secretários de Saúde foram substituídos, o que pode ter colocado em risco a continuidade das ações.
“Tenho certeza de que, em muitos dos municípios em que estamos vendo um aumento importante de casos de dengue, esse fator foi relevante”, disse, ao citar o exemplo do Espírito Santo. “Evidentemente que alguma coisa falhou. Um fator importante foi a transição das prefeituras. O que pode ter havido também é que as pessoas tenham relaxado.”
Questionado sobre a alta incidência de dengue na Bahia – mais de 11.570 casos foram registrados nos dois primeiros meses do ano –, o ministro afirmou que está preocupado, mas não surpreso, porque já havia municípios em situação de risco no estado. Temporão disse ter “certeza absoluta” de que houve descontinuidade na política de combate ao vetor da doença por parte dos prefeitos.
“Nessa mudança de gestão, muitas vezes, o calor da disputa eleitoral prejudica a boa implementação de políticas sociais. Não faltaram recursos. Estamos gastando R$ 1 bilhão com a dengue no Brasil. Aumentei em R$ 200 milhões os recursos para este ano. Fizemos treinamento de milhares de médicos e enfermeiros para que o diagnóstico seja feito precocemente.”
Em relação ao Acre, o ministro lembrou que o estado apresenta características climáticas que são uma espécie de “complicador” no combate à doença. Segundo ele, a situação poderia ser mais grave. Diante do alto número de casos a serem confirmados, Temporão avaliou que a estratégia agora deve ser a de evitar mortes por meio do diagnóstico precoce. Fonte: Agencia Brasil
quinta-feira, 5 de março de 2009
Estudos do Dieese mostra desempenho da mulher no mercado de trabalho
Em virtude do Dia Internacional da Mulher, a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgam hoje (4), às 10h, dois estudos. O primeiro analisa o desempenho da mulher no mercado de trabalho na região metropolitana de São Paulo em 2008. O segundo estudo avalia como o tipo de arranjo familiar diferencia a inserção de esposas ou mulheres chefes de família no mercado.
Especial semana da mulher: o casamento das mulheres com o mundo corporativo
No entanto, há provas abundantes que ligam o progresso econômico com as mulheres que são capacitadas profissionalmente. Um recente estudo realizado pela Escola de Economia de Londres, mostrou como exemplo que os estados da Índia, onde as mulheres são mais instruídas, também foram aqueles com maiores taxas de crescimento econômico.
Para impulsionar o crescimento nos países em desenvolvimento, muitos capitalistas foram esclarecidos na tentativa de libertá-los da filosofia machista, em que a mulher não tem espaço no ramo empresarial.
Um dos setores que possuem maior arrecadação com as mulheres, tem sido o movimento de microfinanciamento. Desde a década de 1970, dezenas de milhares de mulheres pobres tinham começado suas próprias empresas - muitas vezes com uma única máquina de costura – elas utilizavam empréstimos de R$ 500 a partir de organizações e fundações que ainda operam pela América Latina.
Os resultados têm aberto os olhos de todos: as mulheres acabaram se tornando devedoras confiáveis, uma vez que muitas que receberam os microempréstimos tenham sido revertidos para seus filhos, como escola e compra de alimentos para suas famílias. Mesmo assim o impacto tem sido positivo nas comunidades, devido a tais responsabilidades das mulheres.
Mas quando se trata de transformar toda economia em microempréstimos, ela começa a ter seus limites. A maioria do sexo feminino se manteve em um curto prazo um arranque bem pequeno. No Egito, por exemplo, 97% das empresas empregam menos de cinco mulheres.
Economistas do Banco Mundial dizem que isso ocorre no Egito porque o acesso ao capital é apenas uma peça de um quebra-cabeça maior. Para se tornarem mais ousadas, as mulheres também precisam de gerenciamento do saber-fazer, ou seja, para qualquer empresa a crescer, além de um empréstimo, é preciso também possuir certas habilidades técnicas. Microempréstimos, não são suficientes e as mulheres ficam presas.
A ajuda dos microcréditos ficando à beira do caminho. No ano passado, vários bancos anunciaram investimentos milionários durante os próximos anos no negócio da educação de mulheres empresárias ao redor do mundo. A ideia é de associar universidades do mundo em desenvolvimento com programas para capacitar e construir novas empresárias nos países em desenvolvimento.
O que vemos é que hoje nosso mercado está recheado de empresárias qualificadas que dinamizam a produção de seus respectivos países, onde os bancos têm investido bilhões. No Brasil, as microempresárias movimentam grande parte da economia nacional e com isso as empresas estão sempre em busca de investimento em mulheres capacitadas presentes no mundo corporativo
quarta-feira, 4 de março de 2009
Tudo seria maravilhoso se nossos governantes possuíssem um conjunto de virtudes que atestassem o seu bom caráter, do qual dependeriam a paz e a ordem social. Infelizmente precisa até de prissões ...
Zero
A ganância fazem do "homem moderno", um ser solitário, infeliz, doente, completamente indiferente, inclusive a ele mesmo e à sua vida. Estamos achando que essa forçação de barra dos empresários para redução de salários, vai dar congestão nos sindicalistas... Sei não, mas a saída deve terminar em greve geral no Brasil.
ESTADOS DESUNIDO ...
Hugo Chaves, acertou ? Hu,hu,hu,...
terça-feira, 3 de março de 2009
1. Ano novo
Dois de março, feliz ano novo! Vai começar o ano de 2009...
2. Ano novo
Tão difícil quanto a formação de uma fortuna na vida, é ser fiel. Aí nasce a felicidade...
3. Ano novo
Claro, que existe fórmula para ser feliz! Saia do singular e passe para o plural: existem outras fórmulas na vida para seres felizes...
4. Ano novo
A vida é uma mata, quando a pessoa queima, queimou!
5. Ano novo
A escola prepara a criança para a vida, mas o Estado prepara a escola para a criança?
6. Ano novo
Boa formação e notas altas não bastam para garantir o sucesso de alguém. É preciso garantias constitucionais...
7. Ano novo
Como educar os filhos, se a escola não me ensinou. Há não ser, com a educação da escola da vida.
8. Ano novo
Esqueçam carteiras assinadas! Várias personalidades no mundo morreram e não tiveram esse vínculo. Nem por isso passaram por problemas financeiros.
9. Ano novo
Projetos importantes já não atraem os STAKEHOLDERS, porque quando aqui chegam não encontram o FEEDBACK dos líderes do processo de atração de investimentos.
10. Ano novo
O homem normal precisa ter: religião, poupar e evitar casar várias vezes...
11. Ano novo
Quer entrar nas estatísticas de acidentes? Compre uma moto.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Contag: venda do Banestes prejudicará a produção de alimentos no Estado
“A incorporação do Banestes pelo BB gera uma cadeia de problemas sociais, dentre eles o desemprego no meio urbano e rural. Significa mais gente deixando o campo e vindo para as periferias das cidades, inclusive”.
O diretor de Política Agrária e Meio Ambiente da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), Paulo Caralo, afirmou, no último dia 20, que a venda do Banestes para o Banco do Brasil, além de gerar o desemprego dos trabalhadores diretos do banco, também trará problemas para os agricultores do interior do Estado.
“O primeiro impacto sentido pela incorporação é a demissão de muitos empregados do banco, porém, os prejuízos dessa transação não atingem somente o meio urbano. Afeta diretamente a diminuição de crédito para a agricultura familiar e, consequentemente, a diminuição da produção de alimentos no Estado”, afirma o diretor. De acordo com Paulo Caralo, é a agricultura familiar que produz alimento para sustentar o povo do campo e da cidade, e o Banestes tem uma forte inserção no meio rural, tornando-se fundamental no processo de financiamento desta agricultura. “No ES foi criado o Pronaf Capixaba (Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar) que é feito com recursos disponibilizados pelo Governo do Estado via Banestes. Caso o banco estadual deixe de operar no interior, milhares de agricultores terão dificuldades de acesso ao crédito, o que prejudicará a produção e também causará desemprego no campo”, analisa Paulo.
Segundo a matéria publicada na página do Banestes, em janeiro deste ano, os recursos aplicados pelo banco no campo em 2008 atingiram o montante de R$ 208,3 milhões, um crescimento que superou em 64% o investimento realizado em 2007, que foi de R$ 127,2 milhões. No que se refere ao número de produtores rurais beneficiados, o crescimento foi de 35%. Em 2008 foram contemplados 8.891 agricultores, contra os 6.582 no ano de 2007.
Para a Confederação, os processos de incorporação de empresas são sempre prejudiciais para os trabalhadores. Contudo, a situação do Banestes é ainda pior, uma vez que está sendo proposta num momento de crise mundial. “Estamos vivendo um momento em que precisamos de toda ação dos governos federal, estaduais e municipais para geração de empregos. Então, a incorporação do Banestes pelo BB vem na contramão, porque no processo de ajuste o primeiro passo é a demissão de trabalhadores”, denuncia Paulo.
Acrescenta, “somos contra a venda de instituições como o Banestes que são patrimônio do Estado, que promovem o desenvolvimento regional e local, e que têm um compromisso com toda a sociedade capixaba”. Fonte: Sindibancários